Sonho com o Futuro cada vez mais próximo, mais possível, mais incontestável. Sonho com a força do Homem capaz de fazer as suas próprias conquistas, e com a minha força, capaz de me elevar ao estado de imortal, de obra d'Arte. Volto a sonhar com o Futuro que superou o passado, o Futuro que irá ser melhor que este Presente onde vivo. O Futuro que será o sonho de qualquer ser. Aliás, sonho em sonhas tudo isto.
Na realidade, sonho com o Futuro do Passado, que nada de comum tem com o Presente, sonho com um Passado que será Futuro, sonho com sonhos do Passado, com músicas do Passado, toques do Passado, olhares do Passado, gestos do Passado, palavras do Passado, promessas do Passado, Passados do Passado. Vivo em função do Passado. Onde a incógnita continua incógnita na minha cabeça, equação à qual não encontro solução, nem consigo esquecer. Sonho com algo superior capaz de me solucionar os problemas, visto que me sinto impotente para fazer o que quer que seja, a não ser escrever, na esperança que algo ou alguém leia com uma intenção diferente de todos os outros e me dê a oportunidade de tornar tudo o que sonho realidade.
Até lá, I Have (nothing more than) a Dream ...
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
sábado, 8 de novembro de 2008
Look In The Eyes
Poder olhar nos olhos e dizer
O que é amar incondicionalmente,
E que se quer p'ra todo e todo o sempre
É estar a mentir sem se aperceber
Poder olhar nos olhos e dizer
Que "sem ti a vida não faz sentido"
Que "és tu a razão de ter nascido"
É simplesmente mentir sem o querer
Pois como pode, algo como o amor
Complexo na sua simplicidade
gerar tamanha certeza na mente?
Se, o afirmo com tanto esplendor,
Com, um coração de tão tenra idade
Que só ele o sabe tão certamente
O que é amar incondicionalmente,
E que se quer p'ra todo e todo o sempre
É estar a mentir sem se aperceber
Poder olhar nos olhos e dizer
Que "sem ti a vida não faz sentido"
Que "és tu a razão de ter nascido"
É simplesmente mentir sem o querer
Pois como pode, algo como o amor
Complexo na sua simplicidade
gerar tamanha certeza na mente?
Se, o afirmo com tanto esplendor,
Com, um coração de tão tenra idade
Que só ele o sabe tão certamente
Questions In My Mind
Diz-me sinceramente, sem esconder nem mentir, nem usar jogos mentais, apenas uma confissão: És capaz de amar? Amar como dizes que me amaste! Capaz de fazer por alguém o que por mim outrora fizeste? És capaz de ser cega mais uma vez?
Quanto a ti não sei, mas eu sinto-me incapaz. Sinto-me preso a memórias passadas cada vez menos nítidas, incapaz de voltar atrás ou seguir em frente. Será de mim ou também sentes o mesmo?
Sentes que o princípio está próximo? Que o fim está eminente? Que num dia és rei no outro escravo? Será que sentes saudades ou alívio que sempre disseste sentir? Será que és capaz de me olhar nos olhos e com a maior das sinceridades dizer-me que te sou completamente indiferente? Será que és capaz de olhar nos olhos de outra pessoa qualquer e dizer com a mesma sinceridade que já disseste a mim: "Eu Amo-te!"? Será que te lembras de todas as músicas que já nos significaram tudo? Ou as imagens (difíceis de esquecer)? Ou os lugares? (ainda passo por sítios e paro por instantes a contemplar o passado) Lembras-te de todas as prendas trocadas? E não trocadas? Será que te lembras de todas as coisas que dizes te arrepender de ter feito? Será que realmente te arrependes? Será que se tivesses o poder de voltar atrás as mudarias? Estas e mais 1001 perguntas enchem-me a cabeça, mas são forçosamente retóricas, e nem eu queria que fosse doutra forma, pois agora tenho uma filosofia: Não faças perguntas às quais não queres ter uma resposta negativa.
Da mesma forma que os homens da alegoria da caverna são obrigados a ser ignorantes eu também o sou. Eles viviam num mundo do faz-de-conta, o mesmo que eu vivo. Um mundo de ilusões, onde o melhor que eles conheciam era a merda da caverna. Eu, o melhor que conheço é a merda do teu amor. E não consigo evoluir. Acorrento-me, prendo-me. viro a cara às hipóteses de fuga da caverna e enquanto não me apanharem desprevenido hei-de ficar preso a esta ideia de ideal, a esta ideia de auge espiritual.
AAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHH!!!! Solto um grito e volto à minha vida.
Com as mesmas 1001 dúvidas e mais algumas das quais só uma não é retórica: Se me amasses por que raio não me deixarias saber?!
Quanto a ti não sei, mas eu sinto-me incapaz. Sinto-me preso a memórias passadas cada vez menos nítidas, incapaz de voltar atrás ou seguir em frente. Será de mim ou também sentes o mesmo?
Sentes que o princípio está próximo? Que o fim está eminente? Que num dia és rei no outro escravo? Será que sentes saudades ou alívio que sempre disseste sentir? Será que és capaz de me olhar nos olhos e com a maior das sinceridades dizer-me que te sou completamente indiferente? Será que és capaz de olhar nos olhos de outra pessoa qualquer e dizer com a mesma sinceridade que já disseste a mim: "Eu Amo-te!"? Será que te lembras de todas as músicas que já nos significaram tudo? Ou as imagens (difíceis de esquecer)? Ou os lugares? (ainda passo por sítios e paro por instantes a contemplar o passado) Lembras-te de todas as prendas trocadas? E não trocadas? Será que te lembras de todas as coisas que dizes te arrepender de ter feito? Será que realmente te arrependes? Será que se tivesses o poder de voltar atrás as mudarias? Estas e mais 1001 perguntas enchem-me a cabeça, mas são forçosamente retóricas, e nem eu queria que fosse doutra forma, pois agora tenho uma filosofia: Não faças perguntas às quais não queres ter uma resposta negativa.
Da mesma forma que os homens da alegoria da caverna são obrigados a ser ignorantes eu também o sou. Eles viviam num mundo do faz-de-conta, o mesmo que eu vivo. Um mundo de ilusões, onde o melhor que eles conheciam era a merda da caverna. Eu, o melhor que conheço é a merda do teu amor. E não consigo evoluir. Acorrento-me, prendo-me. viro a cara às hipóteses de fuga da caverna e enquanto não me apanharem desprevenido hei-de ficar preso a esta ideia de ideal, a esta ideia de auge espiritual.
AAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHH!!!! Solto um grito e volto à minha vida.
Com as mesmas 1001 dúvidas e mais algumas das quais só uma não é retórica: Se me amasses por que raio não me deixarias saber?!
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